KPI: o que é e como criar indicadores que orientam decisões
KPI é a sigla de Key Performance Indicator, traduzida como indicador-chave de desempenho.
Sou consultor em gestão hospitalar e saúde digital no Colmeia, com experiência em processos assistenciais, administrativos e financeiros de instituições de saúde. Atuo na análise de fluxos hospitalares, implantação de sistemas de gestão, prontuário eletrônico e melhoria da eficiência em clínicas e hospitais.
KPI é a sigla de Key Performance Indicator, traduzida como indicador-chave de desempenho.
Uma boa ficha de KPI deve registrar pelo menos o nome, a pergunta gerencial, a fórmula, a fonte dos dados e o responsável pela análise.
Conheça 7 indicadores hospitalares que podem melhorar a produtividade da sua equipe. Saiba mais no blog do Sistema Colmeia.
O COBIT oferece uma estrutura para fazer essa ligação. Mas o ganho não está em adotar todos os objetivos do framework.
A principal diferença entre LIS, HIS e SGH está no escopo de atuação. O LIS cuida do laboratório, o HIS organiza informações hospitalares e o SGH gerencia processos integrados da instituição.
A área laboratorial precisa lidar com tubos, etiquetas, prioridades, setores técnicos, recoletas, resultados críticos, laudos retificados, equipamentos automatizados e regras específicas por exame.
Em laboratórios modernos, a eficiência é alcançada por meio da automação de processos rotineiros, como o gerenciamento de amostras, a coleta de dados e a geração de relatórios.
Neste guia, você entenderá como o FHIR HL7 funciona no ambiente hospitalar, sua relação com a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS) e o que deve ser avaliado antes de iniciar um projeto de implementação.
A experiência só é inclusiva quando a pessoa conclui o que precisa fazer, sabe o que acontecerá depois e encontra ajuda antes que uma dificuldade vire abandono do cuidado.
Para gestores e profissionais da saúde, o desafio é construir uma ponte confiável entre a alta hospitalar e o seguimento.
O hospital precisa decidir quais tecnologias são prioritárias, quem responde por cada escolha e como os riscos serão acompanhados. É esse o papel da governança de tecnologia da informação.
Neste comparativo, analisamos algumas das principais opções disponíveis no Brasil para profissionais e instituições de saúde.
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